Tomar remédio nem sempre é uma tarefa simples — especialmente quando se trata de crianças. Entre recusas, choros e negociações diárias, muitos pais enfrentam dificuldades para manter a adesão aos tratamentos. Mas uma tendência que vem ganhando força nas farmácias de manipulação promete mudar essa relação: medicamentos personalizados em formatos mais atrativos, como chocolates, pirulitos, sachês e até iogurtes.
A proposta une tecnologia farmacêutica, personalização e praticidade para facilitar a rotina de quem precisa seguir prescrições médicas ou suplementações.
Na Farmácia Roval, em Natal, essa inovação já faz parte da rotina e tem despertado o interesse de pais, pacientes e profissionais de saúde.
“Hoje já é possível transformar uma vitamina B12 em um pirulito, suplementos em chocolates 100% cacau e zero lactose ou medicamentos em sachês, por exemplo. Isso facilita muito a adesão ao tratamento, principalmente no público infantil, mas também para adultos que têm dificuldade com cápsulas e comprimidos”, explica a farmacêutica Karol Alves.
Segundo ela, a busca por formas farmacêuticas alternativas tem crescido nos últimos anos, acompanhando um movimento maior de personalização no cuidado com a saúde. A manipulação permite adequar doses, excluir componentes alergênicos e adaptar sabores e formatos às necessidades de cada paciente.
Outro diferencial é a possibilidade de remanipulação. Pacientes que já possuem medicamentos industrializados podem levá-los até a farmácia para transformá-los em formatos mais fáceis e agradáveis de consumir.
“É uma alternativa importante para quem tem dificuldade de adesão, sensibilidade sensorial ou simplesmente busca mais conforto no tratamento”, destaca Karol.
Além da inovação nos formatos, a Farmácia Roval mantém, há 15 anos, o compromisso com fórmulas livres de glúten, lactose e outros ativos alergênicos, ampliando o acesso a medicamentos mais seguros para pessoas com restrições alimentares e sensibilidades específicas.
A tendência reforça um novo olhar sobre o tratamento medicamentoso: mais individualizado, acessível e alinhado às necessidades reais de cada paciente.



