Durante quatro dias, Martins respirou cultura, gastronomia e inclusão com a realização do maior festival da sua história. O evento reuniu visitantes de todo o estado e contou com atrações nacionais como Nando Reis, Maria Gadú, Marina Elali e Geraldo Azevedo, além de dezenas de artistas potiguares que encantaram o público com apresentações de todos os estilos.
A programação diversificada agradou a todos os gostos — da poesia ao xaxado, do teatro de bonecos ao jazz serrano, das quadrilhas ao chorinho. Um verdadeiro encontro de famílias, gerações e culturas que mostrou a força da arte nordestina.
Neste ano, o festival ganhou ainda mais estrutura, com palco 360°, estacionamento gratuito com translado a cada 15 minutos, intérpretes de Libras, acessibilidade na Rua da Matriz e espaço para PCDs. A Feirinha de Agricultura Familiar e Artesanato funcionou sexta e sábado no Mercado Público, que também esteve aberto todas as noites de quinta a domingo, movimentando a economia e fortalecendo os pequenos produtores e comerciantes locais.
Destaque também para o Concurso do Melhor Prato, com o desafio aos restaurantes de criarem receitas com Suíno de Sol e caju, e o Concurso de Melhor Sobremesa, que encantou o público e valorizou os sabores da terra, além do concurso de Melhor Restaurante Decorado, que estimulou a criatividade e a ambientação temática dos estabelecimentos.
O Museu Histórico e o Centro de Informações Turísticas também participaram da programação com exposições especiais, incluindo obras de Kênio Lucena, Alaíde Beatriz e Alexandre Márcio Amorim, valorizando a história e a memória da cidade. A classe política do Rio Grande do Norte também marcou presença no evento. A governadora do Estado, Fátima Bezerra, acompanhou de perto a programação e foi calorosamente recebida pelo prefeito César Móveis.
Durante quatro dias, Martins respirou cultura, gastronomia e inclusão com a realização do maior festival da sua história. Mas o que realmente emocionou foi o encontro de gerações. Famílias inteiras ocuparam a praça: pais com filhos no colo, avós com olhos marejados de lembrança, jovens descobrindo a beleza da nossa cultura, amigos de infância se reencontrando, sorrisos largos por todos os lados. Era impossível não se emocionar ao ver o povo sentado nos bancos, nas calçadas, nas mesas dos restaurantes — compartilhando histórias, risadas e pratos.
O festival se firmou, mais do que nunca, como uma festa familiar. Um momento de encontros verdadeiros, de abraços sinceros, de gente que veio pra viver Martins com o coração aberto. Uma celebração do que somos: acolhedores, afetivos e orgulhosos da nossa cidade.



